Exame do Olhinho: um teste simples que pode salvar a visão do seu bebê

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Logo após o nascimento, uma série de exames garante que o bebê está saudável e pronto para começar a vida. Um deles é essencial, mas nem todos os pais e cuidadores sabem de sua real importância: o exame do olhinho, ou teste do reflexo vermelho. Simples, rápido e indolor, esse exame pode detectar problemas graves nos olhos do recém-nascido, antes mesmo que eles apresentem sintomas. O que é o exame do olhinho? O exame do olhinho é uma avaliação feita pelo pediatra nos primeiros momentos de vida do bebê, buscando sinais de doenças graves ou congênitas, capazes de comprometer o desenvolvimento visual da criança. Ele é realizado com o auxílio de um oftalmoscópio, um aparelho que projeta luz nos olhos do bebê para observar o reflexo das pupilas. O reflexo normal é vermelho e simétrico. Alterações nesse reflexo podem indicar a presença de doenças oculares que exigem atenção imediata. Por que o exame do olhinho é tão importante? Doenças que afetam a visão nos primeiros dias de vida podem comprometer o desenvolvimento visual e neurológico da criança. Entre os problemas que o exame do olhinho ajuda a identificar estão: Catarata congênita Glaucoma congênito Retinoblastoma (câncer ocular raro) Desenvolvimento anormal da retina Outras malformações oculares Quando diagnosticadas precocemente, essas condições têm muito mais chance de serem tratadas com sucesso — e, muitas vezes, sem perda permanente da visão. Entretanto, sem o devido cuidado, essas doenças são perigosas e prejudicam a qualidade de vida da criança. Quando o exame deve ser feito? O ideal é que o teste seja realizado ainda na maternidade, nas primeiras 72 horas de vida. Caso isso não ocorra, é fundamental que ele seja feito até o primeiro mês de vida do bebê. E não para por aí: o exame deve ser repetido nas consultas de rotina com o pediatra ou oftalmologista, especialmente durante o primeiro ano, quando o sistema visual ainda está em formação. Monitorar o desenvolvimento é crucial para garantir que tudo está em ordem. E se o teste mostrar alguma alteração? Se houver qualquer alteração no reflexo observado, o bebê deve ser encaminhado para avaliação com um oftalmologista. Em muitos casos, quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de preservar a visão — ou até mesmo salvar a vida da criança, no caso de doenças mais graves. Mesmo sem sintomas, o bebê deve fazer o exame do olhinho? Sim. Algumas alterações visuais não apresentam sinais evidentes no início. O bebê pode parecer perfeitamente saudável, mas ainda assim ter alguma condição ocular oculta. O exame do olhinho é a única forma de garantir que os olhos estão se desenvolvendo de forma saudável. Porém, vale ressaltar que o teste do olhinho não substitui a consulta com o oftalmologista, que deve ser feita no primeiro ano de vida. Prevenção que faz a diferença O exame do olhinho dura poucos segundos, mas pode mudar toda a história visual de uma criança. Mais do que um protocolo de rotina, ele é um ato de cuidado e prevenção, que protege um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento humano. Se você é pai, mãe ou cuidador, converse com o pediatra ou equipe médica do seu bebê e confirme se o exame do olhinho já foi realizado. E, se ainda não foi, agende o quanto antes.

Dr. Armando alerta sobre a prevenção da saúde ocular na infância

Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho, médico oftalmologista do Hospital de Olhos de Blumenau participou do Jornal do Almoço da NSC. Dr. Armando alerta sobre a prevenção ocular na infância e reforça o quanto uma avaliação com um médico oftalmologista de sua confiança nos primeiros anos de vida das crianças é essencial para acompanhamento e detecção de doenças oculares. Confira a entrevista completa e fique de olho! Dr. Armando dedica-se as áreas de Estrabismo Clínico e Cirúrgico, Oftalmopediatria e Oftalmologia Clínica. Agende uma consulta através do WhatsApp (47)3322.5000 e cuide da saúde ocular do seu filho. Publicação: 03.03.2022

Confira a entrevista completa sobre os cuidados com os olhos das crianças

Dra. Roseane da Silva Pavan, médica oftalmologista do Hospital de Olhos de Blumenau participou do Balanço Geral da NDTV, no quadro Dr. Responde. “A gente recomenda que desde o primeiro ano de vida a criança seja vista por um médico oftalmologista, de preferência já habituado com a criança. Porque a visão da criança tem particularidades diferentes da visão do adulto, então é através desse exame, no primeiro aninho de vida que a gente vai mapear toda a situação dos olhos da criança, do desenvolvimento visual”, comenta Dra. Roseane. Confira a entrevista completa e fique de olho! Dra. Roseane  dedica-se as áreas de Oftalmopediatria e Oftalmologia Clínica. Agende uma consulta através do WhatsApp (47)3322.5000 e cuide da saúde ocular do seu filho. Publicação: 14.02.2022

Retinoblastoma: oftalmologistas alertam população sobre cuidados com a saúde ocular das crianças

ESCLARECIMENTO AOS BRASILEIROSOftalmologistas alertam população sobre cuidados com a saúdeocular das crianças, em especial sobre o risco de retinoblastoma Há fatos que servem como janela de oportunidade para discutir temas de interesse da população, mas que, em situação normal, não recebem a devida atenção do público e mesmo das autoridades. A recente divulgação de um problema de saúde, infelizmente envolvendo a filha do jornalista Tiago Leifert e sua esposa, Daiana Garbin, abriu espaço nos meios de comunicação para falar sobre o retinoblastoma, um tipo raro de tumor intraocular maligno que, nesta modalidade, é o mais comum entre as crianças. Assim, cientes da importância de dar acesso a informações fidedignas, com validade científica e relevantes à todos, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) oferecem os seguintes esclarecimentos: 1) O diagnóstico precoce desta forma de tumor, cuja origem está associada a fatores genéticos, é o melhor caminho para garantir seu tratamento adequado; 2) Neste sentido, o início dos cuidados começa ainda na maternidade, onde todo recém-nascido deve ser submetido ao Teste do Olhinho (teste do reflexo vermelho) até 72 horas de vida, sendo este o primeiro passo para a detecção de doenças oculares;3) Após essa abordagem inicial, o Teste do Olhinho dever ser repetido pelo pediatra ao menos três vezes ao ano, nos três primeiros anos de vida da criança;4) Na identificação de qualquer anormalidade, o paciente deve ser encaminhado para consulta com oftalmologista que aprofundará a investigação;5) Para ampliar a proteção da saúde ocular das crianças, recomenda-se ainda que bebês de 6 a 12 meses passem por um exame oftalmológico completo; 6) Posteriormente, entre três (idealmente) e cinco anos esse mesmo bebê deve ser submetido a uma segunda avaliação oftalmológica;7) Estes exames oftalmológicos completos são fundamentais para detecção precoce de problemas oculares que afetam a saúde ocular da população pediátrica;8) Em caso de confirmação de diagnóstico de retinoblastoma, a criança iniciará tratamento que depende de vários fatores (localização e o tamanho do tumor, disseminação além do olho e possibilidade de preservação da visão);9) Na condução de casos de retinoblastoma podem ser adotados diferentes procedimentos, como quimioterapia (intravenosa, intra-arterial, periocular e intraocular), terapia focal e métodos cirúrgicos;10) Para outras informações sobre o retinoblastoma, acesse o site da SBOP (https://sbop.com.br/retinoblastoma/). O CBO e a SBOP fazem ainda outro alerta aos pais e responsáveis: em casos de doenças oculares confirmadas, confiem apenas nos cuidados oferecidos por médicos, em especial por oftalmologistas. Supostos tratamentos, como “self-healing” ou prática de exercícios oculares não têm comprovação científica. Portanto, eles não servem para curar o retinoblastoma ou qualquer outra doença que afeta o aparelho da visão (glaucoma, catarata, doenças retinianas, etc.). Ao invés de conduzir à cura ou à melhora dos quadros clínicos, como sempre prometem, essas abordagens podem retardar o início de tratamentos corretos, aumentando as chances de comprometimento parcial ou total da visão e, em casos de tumores, até mesmo da vida do paciente. Como especialistas comprometidos com o bem-estar, a saúde e a vida, os oftalmologistas têm atuado na orientação do brasileiro sobre este e outros temas relativos à saúde ocular e continuarão sua luta pela qualificação da assistência oferecida à população, tanto no Sistema Único de Saúde (SUS), quanto na rede formada pelas operadoras de planos de saúde. São Paulo, 30 de janeiro de 2022. SOCIEDADE BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA PEDIÁTRICA (SBOP)CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA (CBO) Agende uma consulta oftalmológica pelo WhatsApp (47) 3322-5000. Publicação: 02.02.2022