Saiba mais sobre Oftalmopediatria e Estrabismo na reportagem da Dra. Sophia Zanatta.
OFTALMOPEDIATRIA E ESTRABISMO Ajude seu filho a ver um mundo melhor! A visão normal se desenvolve durante os primeiros anos de vida, assim como os possíveis problemas provenientes. Por isso, os cuidados com os olhos de uma criança já começam desde o nascimento. Qualquer alteração durante essa fase que não tenha sido corrigida pode acarretar prejuízos para o resto da vida. O teste do olhinho é um dos primeiros exames feitos no bebê logo depois que ele nasce, e deve ser realizado ainda no berçário pelo médico pediatra. Esse teste auxilia significativamente na detecção de doenças graves como catarata, glaucoma, anormalidades da córnea, tumores ou doenças da retina. Contanto, vale lembrar que é um teste de TRIAGEM, e não substitui a primeira consulta ao oftalmologista. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) orienta sobre quando levar seu filho ao Oftalmologista: Teste do olhinho: na maternidade. De 0 a 2 anos: um exame oftalmológico completo (com dilatação de pupilas) deverá ser realizado a cada 6 meses. Após os 2 anos: um exame oftalmológico completo anual. A ERA DIGITAL E A VISÃO DAS CRIANÇAS: MIOPIA Hoje em dia é cada vez mais comum presenciarmos crianças manuseando celulares e tablets. O que muitos pais não sabem é que essa prática pode estar causando danos à saúde ocular da criança. O problema mais frequente é a miopia, que é a dificuldade para ver de longe. Deve-se limitar o tempo das crianças em frente a tais aparelhos e usá-los como aliados com as ferramentas educativas, o recado é não exagerar! ESTRABISMO É o desalinhamento ocular. Os tipos mais comuns são a esotropia (olhos desviados em direção ao nariz) e exotropia (olhos desviados para fora). Pode estar presente em qualquer fase da infância e em adultos, como resultado de diabetes, doenças neurológicas ou traumatismos na cabeça. Quando surge no adulto, ou na criança maior o primeiro sintoma do paciente é a visão dupla (diplopia). Já nos estrabismos adquiridos mais cedo, não há esse sintoma, pois a imagem no olho desviado é anulada ou suprimida. Dessa forma, a área cerebral responsável por enxergarmos não se desenvolve no olho estrábico e se não for tratado a tempo, pode levar à perda definitiva da visão, a ambliopia ou “olho preguiçoso”. Nesses casos, o uso do tampão também se faz necessário. Estrabismo também pode ser causado por grau alto de hipermetropia, nesses casos, o tratamento são óculos e chama –se de esotropia acomodativa. Algumas vezes ainda, o estrabismo não é verdadeiro, e sim apenas um “pseudoestrabismo”, que é uma condição em que os olhos aparentam estar desalinhados, mas não estão. É causado pela aparência facial da criança, tendo relação com a prega nasal e com as dobras de pele das pálpebras, que acabam cobrindo a esclera (parte branca do olho) na área mais próxima ao nariz, o que causa a sensação de desvio. E qual a hora certa de operar o Estrabismo? O momento mais adequado irá depender do tipo de estrabismo que o paciente apresenta. A cirurgia pode ser realizada em qualquer idade, sendo que no adulto a correção do desvio ocular vai muito além da estética. O alinhamento dos olhos melhora a autoestima, o convívio social e o desempenho no trabalho. Dra. Sophia Vicenzzi Zanatta ValentiniCRM-SC 24352/RQE 14918Médica OftalmologistaOftalmopediatriaEstrabismo adulto e infantil
Eletrorretinograma

A retina é a estrutura responsável por captar as imagens que chegam aos olhos e transformá-las em sinais elétricos enviados ao cérebro. Qualquer comprometimento em suas camadas pode afetar diretamente a qualidade da visão, nem sempre de forma perceptível nas fases iniciais. O eletrorretinograma investiga a função da retina em todas as suas camadas, avaliando como ela responde aos estímulos visuais. É um exame de grande valor tanto na avaliação preventiva quanto no acompanhamento prognóstico de doenças retinianas. O exame tem papel importante na investigação de doenças sistêmicas como diabetes e hipertensão arterial, permitindo avaliar o impacto dessas condições sobre a função da retina antes que alterações mais graves se instalem. É também ferramenta relevante na investigação da degeneração macular relacionada à idade (DMRI) e na avaliação da visão subnormal. Indicações Agende seu exame Se você foi encaminhado para o eletrorretinograma ou tem diabetes, hipertensão e ainda não avaliou o impacto dessas condições na sua visão, entre em contato com o HOB.
Potencial Visual Evocado

A espessura da córnea é um dado fundamental em oftalmologia. Córneas muito finas representam risco em cirurgias refrativas, podem indicar ceratocone em estágios iniciais e influenciam diretamente a interpretação dos valores de pressão intraocular no glaucoma. A paquimetria ultrassônica é o exame que realiza essa medição com precisão. Por meio de ultrassom, o exame mensura a espessura corneana em diferentes regiões, identificando edemas, áreas de afinamento e alterações estruturais. É indispensável no planejamento de cirurgias refrativas e no diagnóstico e acompanhamento de diversas patologias da córnea. Indicações Agende seu exame Se você está em avaliação para cirurgia refrativa, acompanha ceratocone ou foi encaminhado para medição da córnea, entre em contato com o HOB e agende seu exame com nossa equipe especializada.
OPDSCan III

Antes de uma cirurgia refrativa ou de catarata, o oftalmologista precisa de informações precisas sobre como a luz se comporta dentro do olho de cada paciente. Dados imprecisos nessa etapa comprometem o planejamento cirúrgico e o resultado do procedimento. O OPDScan III foi desenvolvido para fornecer esse nível de precisão. Trata-se de um aberrômetro versátil que gera múltiplas imagens do sistema óptico do olho em um único exame, de forma rápida, indolor e não invasiva. Com base nessas imagens, o oftalmologista obtém uma avaliação completa da acuidade visual, da qualidade de visão e das estruturas refrativas do olho, auxiliando desde uma simples prescrição de óculos até a indicação e o planejamento de cirurgias complexas. O que o exame avalia Além da aberrometria, o OPDScan III realiza a análise da curvatura corneana, identificando suspeitas de patologias como o ceratocone, e fornece a pupilometria, que é a medida do diâmetro da pupila em ambientes claros e escuros. Esse dado é especialmente relevante no planejamento de cirurgias refrativas, pois influencia diretamente a escolha da técnica e da zona de ablação. Indicações Agende seu exame Se você está em avaliação para cirurgia refrativa ou de catarata, ou foi encaminhado para mapeamento corneano, entre em contato com o HOB e agende seu exame com nossa equipe especializada.
Saiba mais sobre o Glaucoma na entrevista da Dra. Elise Taniguchi para o programa Ver Mais!
Dia 26 de Maio é o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. Saiba mais sobre a doença, cuidados, prevenção e sintomas, na entrevista completa da Dra. Elise Taniguchi para o Programa Ver Mais!
Confira a entrevista do Dr. Rodrigo Müller sobre os cuidados com a visão no inverno, Síndrome do Olho Seco e Conjuntivite na entrevista para o Programa Ver Mais!
Saiba mais sobre os cuidados com a visão no inverno, Síndrome do Olho Seco e Conjuntivite na entrevista completa do Dr. Rodrigo Müller para o Programa Ver Mais!
Topografia Corneana

A córnea não é perfeitamente esférica. Suas variações de curvatura, mesmo que mínimas, influenciam diretamente a qualidade da visão e o planejamento de cirurgias refrativas. A topografia corneana realizada com o Topolyzer mapeia essas variações com alta precisão, utilizando um sistema de anéis de Plácido com 22.000 pontos projetados sobre a superfície corneana e gerando uma representação detalhada da curvatura ponto a ponto. O exame é rápido e confortável. O olho é exposto a um conjunto de anéis de luz vermelha por apenas alguns segundos, sem contato e sem desconforto. O que o exame avalia O equipamento oferece ao oftalmologista uma análise completa da córnea por meio de múltiplos recursos: mapas de aberrações, visualização em três dimensões, mapas refrativos e de elevação, índices de reconhecimento de ceratocone e dados de pupilometria. Essa última mede o diâmetro da pupila em ambientes claros e escuros, dado indispensável no planejamento de cirurgias refrativas para evitar halos e distorções no pós-operatório. O equipamento permite ainda guiar cirurgias refrativas topo-guiadas, nas quais o mapa da córnea do próprio paciente orienta a aplicação do laser com maior precisão. Indicações Agende seu exame Se você está em avaliação para cirurgia refrativa, acompanha ceratocone ou foi encaminhado para mapeamento corneano, entre em contato com o HOB e agende seu exame com nossa equipe especializada.
Livre-se dos óculos! Saiba mais sobre Cirurgia Refrativa – PRK e LASIK na reportagem do Dr. Vilmar Müller.
A cirurgia refrativa é um procedimento que possibilita a correção visual de erros refrativos, especificamente miopia, hipermetropia e astigmatismo, através da aplicação de laser. O laser utilizado para esse procedimento é o Excimer Laser, que praticamente não gera calor. A cirurgia a laser já tornou realidade o sonho de milhões de pessoas em voltar a realizar atividades cotidianas como dirigir, assistir televisão e ler sem o uso de lentes corretivas, mesmo quando a acuidade visual de 20/20 e o grau zero de miopia não forem alcançados. O oftalmologista recomendará a técnica mais adequada para cada paciente, de acordo com o erro refrativo e das características de cada um. PRK (Ceratectomia Fotorrefrativa) Essa técnica foi desenvolvida para a correção visual a laser e prepara a córnea para receber a aplicação do mesmo. Consiste em raspar o epitélio da córnea e aplicar o laser em uma camada chamada Membrana de Browman e posteriormente em outra camada chamada estroma. O oftalmologista anestesia a córnea do paciente com colírio e remove uma pequena parte da superfície com um dispositivo específico. O Excimer laser remodela a forma da córnea atuando sobre sua superfície por menos de 1 minuto. O cirurgião poderá colocar então, uma lente de contato para proteger a área tratada, evitar infecção e reduzir o desconforto durante a cicatrização. A lente é removida dentro de cinco a seis dias após a cirurgia. A visão melhora gradativamente já nas duas primeiras semanas e poderá alcançar o resultado definitivo entre quatro e oito semanas. Durante este período o médico poderá prescrever o uso de colírios. LASIK (Laser in Situ Keratomileusis) Consiste em fazer um flap (tampinha) na córnea e aplicar o laser em uma camada da córnea chamada estroma. Essa técnica pode ser utilizada para corrigir tanto altos quanto baixos graus de miopia e moderados de astigmatismo e hipermetropia. Nesse procedimento, gotas de colírio anestésico são pingadas no olho e as pálpebras são imobilizadas por um dispositivo para evitar que a pessoa pisque durante a ação do laser. Um aparelho chamado Microcerátomo corta uma fina camada da córnea. Na miopia, a luz do laser esculpe e molda uma das camadas internas da córnea, tornando-a mais plana. Para a hipermetropia o laser atua mais na periferia da córnea, deixando-a mais curva. Já no astigmatismo, o laser remove mais tecido de uma direção do que da outra, tornando a córnea mais esférica. O flap é recolocado na posição inicial, sem a necessidade de pontos. Não é necessária a internação, pois a maioria dos pacientes volta a enxergar o suficiente para retomar algumas de suas atividades alguns dias depois e recupera a visão funcional em poucos dias. Alguns pacientes sentem um leve desconforto no olho operado, o qual deverá desaparecer dentro de seis a vinte e quatro horas e poderá ser aliviado com analgésico. Um pouco mais sobre a Cirurgia Refrativa Esta cirurgia aplica-se à maioria das pessoas, desde que elas tenham pelo menos 21 anos, córneas saudáveis e que satisfaçam alguns critérios como, por exemplo, a estabilidade do grau nos últimos dois anos. É importante que o paciente se submeta à cirurgia bem informado, passando anteriormente por uma consulta de avaliação em que o oftalmologista decidirá se a cirurgia a laser é indicada, além de explicar sobre os benefícios e os riscos do procedimento. Ao analisar as razões pelas quais o paciente deseja não usar lentes corretivas (óculos ou lentes de contato), o médico o ajudará a decidir se suas expectativas poderão ser alcançadas. Dr. Vilmar MüllerCRM-SC 2896/RQE 1337Médico OftalmologistaDiretor TécnicoCirurgião Refrativo
Dr. Marcus Grigato Campos explica mais sobre a relação entre Diabetes e a nossa Visão!
Confira a entrevista completa do Dr. Marcus Grigato Campos para a rádio CBN sobre como o Diabetes pode afetar a nossa visão! Ouça a entrevista completa:DR. MARCUS 14.11.16
Plástica Palpebral e Autoestima. Saiba mais sobre essa relação na reportagem da Dra.Marta Duwe!
Nossa aparência física pode influenciar imensamente a maneira como nos sentimos a respeito de nós mesmos. Nosso rosto muda a medida que vamos nos tornando cada vez mais velhos. As mudanças na aparência das pálpebras, como sobra de pele e herniação de bolsas de gordura, podem se converter numa fonte de frustração para algumas pessoas se elas as associarem a uma perda de atratividade, associada direta ou indiretamente a perda de possibilidades. Os olhos são, provavelmente, a unidade estética mais importante no corpo humano. Quando a região dos olhos parece fresca e brilhante, a pessoa como um todo apresenta uma aura de saúde, vitalidade e juventude. O contrário ocorre quando os olhos se apresentam cansados, tristes ou envelhecidos. Assim, a região orbitopalpebral assume importante papel na nossa expressão. Notamos que, usualmente, as alterações causadas pelo envelhecimento são percebidas primariamente ao redor dos olhos. A Oculoplastia (área de atuação de especialistas oftalmologistas que se dedicam à cirurgia plástica da região periocular) se preocupa em recuperar a capacidade funcional anatômica, associada a melhora estética das pálpebras. Atualmente, existem diversas técnicas com diferentes princípios para corrigir as deformidades palpebrais que aparecem com o processo de envelhecimento. E felizmente, a área dos olhos oferece maior oportunidade de melhoria estética que qualquer outra parte da face, talvez até do corpo1. 1. Flowers RS, Duval C. Blepharoplasty and periorbital aesthetic surgery. In: Aston SJ, Beasley RW, Thorne CHM, eds. Grabb and Smith’s Plastic Surgery. 5th ed. Philadelphia: Lippincott-Raven Publishers; 1997. p. 609-32. Dra. Marta DuweMédica oftalmologistaCirurgia Plástica OcularCRM-SC 11748 / RQE 7545