O uso de óculos na infância tem se tornado cada vez mais comum com o crescimento do uso de celulares e tablets. Saiba Mais!

Oftalmologistas de Blumenau orientam pais sobre cuidados com a saúde ocular dos filhos. Uso frequente de celulares e tablets causam impacto na visão dos pequenos e é um dos principais “inimigos” dos oftalmologistas atualmente O uso de óculos na infância tem se tornado cada vez mais comum com o crescimento do uso de celulares e tablets. Em muitos casos, as crianças não apresentam sinais de que há algo errado com a saúde ocular. É só após a consulta com o oftalmologista que é possível esclarecer se a criança precisa ou não usar óculos. De acordo com a oftalmologista do Hospital de Olhos de Blumenau, Roseane da Silva Pavan, a dificuldade às vezes é percebida na escola. Sinais que devem chamar atenção dos pais são os olhos mais apertados para enxergar coisas de longe; quando a criança fecha um dos olhos para tentar focar em algo; dores de cabeça frequentes, especialmente em crianças que estão na idade escolar e após o período letivo; olhos vermelhos e irritados; quando há muita coceira nos olhos ou ainda quando a criança pisca muito. O oftalmologista Armando Nogueira da Cruz Filho também comenta que os pais devem ficar atentos na hora das fotos com crianças muito pequenas e não verbais. “O sinal mais importante que os pais podem procurar é em fotos, se em uma das pupilas o reflexo está mais claro do que no outro lado ou nos dois, chamamos comumente de olho de gato. Qualquer desalinhamento dos olhos, ou suspeita de estrabismo deve ser investigado, de preferência antes dos 2 anos”, salienta. Recomendações A partir dos seis meses já é recomendado que os pais levem os filhos ao oftalmologista. De acordo com os profissionais, da mesma forma que os pequenos frequentam o pediatra, eles devem visitar o oftalmologista. “Na saúde ocular infantil temos o teste do olhinho que é obrigatório em Santa Catarina e em vários estados do Brasil. Depois é recomendado que a criança passe por um exame completo aos seis meses, 1 ano, 1 ano e seis meses, e aos 2 anos. Depois vamos individualizando o acompanhamento de cada caso”, recomenda Armando. Outro ponto analisado pelos profissionais são os filhos de pais que já usam óculos. “Na miopia, quando um dos genitores já é miope, a chance da criança ser também já aumenta três vezes, e quando os dois são míopes aumenta sete vezes. Quando os pais usam óculos é bom que seja acompanhado e procure caracterizar se a criança tem uma pré-disposição”. A recomendação também se estende para outras situações como o ceratocone, alergias, glaucoma e estrabismo. “Tendo histórico de doença ocular na família ou de grau alto é bom que seja avaliado”. Casos comuns As ocorrências mais comuns nos pequenos são hipermetropias, estrabismo e alergias devido às infecções respiratórias. “No recém-nascido é muito comum o entupimento do canal lacrimal e tem que ser tratado antes do primeiro ano de vida. Infelizmente, os pediatras só mandam para o oftalmologista mais tarde e a resolução disso se torna um pouco mais difícil depois do primeiro ano”, salienta o especialista. “A miopia não aparece em criança muito pequena e se aparece é grave”, complementa a oftalmologista. Roseane aponta que a prevenção é algo muito trabalhado no Hospital de Olhos de Blumenau. Quanto mais cedo a criança for avaliada, mais cedo ela terá o diagnóstico e o tratamento será mais fácil para o pequeno. Crianças que têm histórico na família e que não são tratadas logo cedo podem ter problemas mais sérios no futuro. “Seja qual for o tipo de grau, quanto antes for identificado, melhor para a criança. Tem alguns graus que não vão diminuir, mas nós fazemos a diferença dando para a criança a chance de desenvolver o melhor possível”, aponta. Uso de celulares e tablets O especialista comenta que já foi comprovado que o uso excessivo de celulares e tablets pode desencadear o aparecimento de miopia, mesmo em crianças que não tem a carga genética, além de precipitar o aparecimento em crianças que têm pais míopes. “O uso da tela próxima, com cerca de 15 centímetros de distância, força o crescimento do cumprimento do olho, que em última análise é o que vai gerar a miopia. A miopia é resultado de um globo ocular alongado e a hipermetropia é resultado de um globo ocular pequeno. Por isso, é mais comum encontrar a hipermetropia nos bebês”, salienta. Armando não recomenda até os 2 anos que a criança tenha contato com alguma exposição a celulares ou tablets. A partir dessa idade, os pais podem começar a liberar o uso gradativamente. No entanto, o profissional salienta que é necessário realizar intervalos e utilizar na distância correta. Os oftalmologistas também recomendam as atividades ao ar livre para criança ter exposição solar. “Sempre sugerimos para os pais trocarem o conteúdo para uma tela maior. Ao invés de assistir o vídeo no celular, coloque na televisão ou no computador, que sem dúvida é menos danoso”. Ele ainda explica que alguns estudos apontam que até 2050 metade da população mundial será míope, por conta do crescimento digital, especialmente durante a pandemia, quando as crianças tiveram mais acesso aos celulares para acompanhar as aulas. “Se você colocar a visita regular ao oftalmologista no calendário já está ótimo, pois nós conseguiremos identificar e diagnosticar se tiver algo fora do comum”, salienta Armando. Por fim, os profissionais ainda orientam os pais quando levam os filhos ao consultório para explicarem como funcionará a consulta, evitando que a criança fique assustada com o ambiente novo. Fonte: https://omunicipioblumenau.com.br/oftalmologistas-de-blumenau-orientam-pais-sobre-cuidados-com-a-saude-ocular-dos-filhos/ Publicação: 12.01.2023
12.10 | Dia das Crianças. No HOB contamos com um ambiente colorido e profissionais especializados para cuidar da saúde ocular das crianças

Atenção à visão das crianças Veja sinais que podem indicar que seu filho precisa usar óculos e aprenda como garantir a saúde dos olhos dele. Se seu filho tem dificuldade na escola ou vem esbarrando nos móveis de casa, saiba que isso não é apenas uma simples distração. Esses podem ser alertas de que há algum problema de visão com a criança. E não adianta esperar que os pequenos se queixem, já que, geralmente, eles não sabem que poderiam enxergar com mais nitidez e acham que tudo está normal. “O sentido da visão, se desenvolve de forma mais intensa dos 0 aos 2 anos de idade e daí em diante, até os 7 anos. Assim, qualquer alteração no sistema visual, deve ser identificado e corrigido, o mais rápido possível, a fim de evitar a ambliopia” – diz o oftalmopediatra Dr. Armando Nogueira. Anote na agenda: a cada seis meses, a criança precisa passar por uma consulta com um especialista. Só assim, dá para identificar logo cedo se há algum problema de visão. A seguir, confira 4 pontos cruciais para garantir uma boa saúde: 1. Aprendizagem na escola Tanto a miopia (dificuldade de ver de longe) como a hipermetropia (problema para focar em objetos que estão próximos) podem atingir crianças em qualquer idade. O reflexo acaba aparecendo primeiro no desempenho escolar, principalmente na hora de aprender a ler e escrever. No caso da miopia, a criança tende a apertar os olhos ou aproximar os objetos para conseguir enxergar. Já as com hipermetropia não conseguem se manter focadas em um livro por muito tempo porque não vêem as letras com nitidez e pintam fora das bordas do desenho. 2. Coordenação motora Quando um olho tem um grau de miopia ou de hipermetropia maior que o outro, a criança perde a visão de profundidade, o que prejudica a coordenação motora. Com isso, ela tende a esbarrar em móveis, demorar mais tempo para começar a andar e até ter dificuldade de participar de brincadeiras com corrida e bola. 3. Excesso de telas O papo é sério: a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou recentemente uma nova recomendação de tempo de uso de celulares e tabletes por crianças. Até os dois anos, essa exposição deve ser nula (exatamente, nada!). Já entre dois e cinco anos, você pode liberar uma hora por dia e, a partir dessa idade, o máximo é de duas horas e meia. Além de prejudicar a vida social do seu filho, excesso de dispositivos eletrônicos é perigoso porque a luz azul emitida pelas telinhas atrapalha o ciclo do sono e machuca a retina das crianças – e a de adultos também, viu? Raios solares Brincar ao ar livre é ótimo! Porém, os raios UVA e UVB podem lesar a retina dos seus filhos assim como fazem com a pele deles. Vale ensinar as crianças desde cedo que não se deve olhar diretamente para o sol. Conheça um pouco mais de nossos médicos oftalmologistas que se dedicam à oftalmopediatria: Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho (Estrabismo Clínico e Cirúrgico, Oftalmopediatria e Oftalmologia Clínica) e;Dra. Roseane da Silva Pavan (Oftalmopediatria e Oftalmologia Clínica). Agende uma consulta para avaliar a saúde ocular de seu filho (a) pelo WhatsApp (47) 3322-5000. Fonte: https://www.uol.com.br/vivabem/especiais/conteudo-de-marca/zeiss-kids-cuidado-com-a-visao-das-criancas.htm Publicação: 12.10.2022
Retinoblastoma: oftalmologistas alertam população sobre cuidados com a saúde ocular das crianças

ESCLARECIMENTO AOS BRASILEIROSOftalmologistas alertam população sobre cuidados com a saúdeocular das crianças, em especial sobre o risco de retinoblastoma Há fatos que servem como janela de oportunidade para discutir temas de interesse da população, mas que, em situação normal, não recebem a devida atenção do público e mesmo das autoridades. A recente divulgação de um problema de saúde, infelizmente envolvendo a filha do jornalista Tiago Leifert e sua esposa, Daiana Garbin, abriu espaço nos meios de comunicação para falar sobre o retinoblastoma, um tipo raro de tumor intraocular maligno que, nesta modalidade, é o mais comum entre as crianças. Assim, cientes da importância de dar acesso a informações fidedignas, com validade científica e relevantes à todos, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) oferecem os seguintes esclarecimentos: 1) O diagnóstico precoce desta forma de tumor, cuja origem está associada a fatores genéticos, é o melhor caminho para garantir seu tratamento adequado; 2) Neste sentido, o início dos cuidados começa ainda na maternidade, onde todo recém-nascido deve ser submetido ao Teste do Olhinho (teste do reflexo vermelho) até 72 horas de vida, sendo este o primeiro passo para a detecção de doenças oculares;3) Após essa abordagem inicial, o Teste do Olhinho dever ser repetido pelo pediatra ao menos três vezes ao ano, nos três primeiros anos de vida da criança;4) Na identificação de qualquer anormalidade, o paciente deve ser encaminhado para consulta com oftalmologista que aprofundará a investigação;5) Para ampliar a proteção da saúde ocular das crianças, recomenda-se ainda que bebês de 6 a 12 meses passem por um exame oftalmológico completo; 6) Posteriormente, entre três (idealmente) e cinco anos esse mesmo bebê deve ser submetido a uma segunda avaliação oftalmológica;7) Estes exames oftalmológicos completos são fundamentais para detecção precoce de problemas oculares que afetam a saúde ocular da população pediátrica;8) Em caso de confirmação de diagnóstico de retinoblastoma, a criança iniciará tratamento que depende de vários fatores (localização e o tamanho do tumor, disseminação além do olho e possibilidade de preservação da visão);9) Na condução de casos de retinoblastoma podem ser adotados diferentes procedimentos, como quimioterapia (intravenosa, intra-arterial, periocular e intraocular), terapia focal e métodos cirúrgicos;10) Para outras informações sobre o retinoblastoma, acesse o site da SBOP (https://sbop.com.br/retinoblastoma/). O CBO e a SBOP fazem ainda outro alerta aos pais e responsáveis: em casos de doenças oculares confirmadas, confiem apenas nos cuidados oferecidos por médicos, em especial por oftalmologistas. Supostos tratamentos, como “self-healing” ou prática de exercícios oculares não têm comprovação científica. Portanto, eles não servem para curar o retinoblastoma ou qualquer outra doença que afeta o aparelho da visão (glaucoma, catarata, doenças retinianas, etc.). Ao invés de conduzir à cura ou à melhora dos quadros clínicos, como sempre prometem, essas abordagens podem retardar o início de tratamentos corretos, aumentando as chances de comprometimento parcial ou total da visão e, em casos de tumores, até mesmo da vida do paciente. Como especialistas comprometidos com o bem-estar, a saúde e a vida, os oftalmologistas têm atuado na orientação do brasileiro sobre este e outros temas relativos à saúde ocular e continuarão sua luta pela qualificação da assistência oferecida à população, tanto no Sistema Único de Saúde (SUS), quanto na rede formada pelas operadoras de planos de saúde. São Paulo, 30 de janeiro de 2022. SOCIEDADE BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA PEDIÁTRICA (SBOP)CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA (CBO) Agende uma consulta oftalmológica pelo WhatsApp (47) 3322-5000. Publicação: 02.02.2022
Dra. Roseane fala sobre a visão das crianças na volta às aulas. Confira!

Dra. Roseane da Silva Pavan participou de entrevista na Rádio Clube Blumenau abordando as voltas às aulas, os cuidados com a visão das crianças e adolescentes. Estar atento aos sinais da criança, acompanhar o tempo de uso de eletrônicos e fazer consultas regulares com um médico oftalmologista pode fazer a diferença no desempenho escolar. Dra. Roseane é médica oftalmologista e dedica-se as áreas de Oftalmopediatria e Oftalmologia Clínica. Fique de olho na saúde ocular do seu filho. Publicação: 10.02.2021
Qual o tempo ideal para ficarmos em frente às telas? Dr. Armando explica

Nesse Dia Nacional da Saúde nosso médico oftalmologista, Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho, explica qual o tempo ideal para ficarmos em frente às telas. Com o home office e aulas virtuais, tanto adultos quanto crianças estão passando muito mais tempo em frente ao computador e a exposição excessiva aos eletrônicos pode ocasionar ressecamento aos olhos. Dr. Armando dá dicas importantes. Confira! Dr. Armando dedica-se às áreas de Estrabismo Clínico e Cirúrgico, Oftalmopediatria e Oftalmologia Clínica.
Visão dos bebês

Os recém-nascidos enxergam com pouca nitidez nas primeiras semanas de vida. Ao longo dos 2 meses seguintes, o bebê vai se dedicar a decifrar o mundo que o cerca. E o que ele vê nesse comecinho é uma confusão só… Isso porque, para formar uma imagem nítida, o cérebro precisa juntar e interpretar as informações captadas por cada olho. Já com o passar das semanas e meses, entre o 2º e o 4º mês de vida, os bebês conseguem amadurecer a fixação de objetos e a percepção das cores: quanto mais chamativos, mais sedutores! Também já conseguem distinguir faces próximas, como o rosto da mamãe quando estão no colo e dar aquele sorrisão… Pois também é por essa época que os músculos faciais adquirem coordenação motora para reagir dessa forma. Por volta dos 8 a 10 meses a criança já tem a visão com muito mais profundidade, foco e capacidade de distinção. O mundo é um verdadeiro parque de diversões, prontinho para ser explorado no engatinhar e no andar. Os dois primeiros anos de vida e de desenvolvimento visual são determinantes na qualidade visual futura. Mas atenção! A maturação completa e definitiva de todo o sistema visual – formado pelos olhos e estruturas nervosas responsáveis pela visão – só estará completa por volta dos 6 anos de idade. Até essa idade é de grande importância fazer visitas de rotina ao oftalmologista pediátrico, que é o profissional habilitado a examinar, diagnosticar e cuidar da saúde ocular das crianças com técnicas e cuidados médicos específicos voltados para essa faixa etária. É através do sentido da visão que sua criança começa a aprender sobre o mundo que o cerca, sobre si mesma e sobre aqueles que estão ali pertinho de desdobrando em cuidados e a cercando de amor. Faça do exame oftalmológico infantil de rotina uma oportunidade de cuidar do sentido mais importante da vida. Aqui no Hospital de Olhos de Blumenau contamos com dois Oftalmopediatras e uma ala exclusiva dedicada aos pequenos! Ajude seu filho a ver um mundo melhor!
Confira matéria sobre saúde ocular das crianças e estrabismo com Drª. Roseane da Silva Pavan e Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho
Saiba mais sobre a saúde ocular das crianças e estrabismo com Drª. Roseane da Silva Pavan e Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho, na entrevista, no Programa Eu&você, com Nelly Passold na TV Galega.
Saiba mais sobre os cuidados com a saúde ocular das crianças na entrevista do Oftalmopediatra Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho!
Saiba mais sobre os cuidados com a visão das crianças, estrabismo e como a era digital influência na saúde ocular das crianças na entrevista do Dr. Armando Nogueira da Cruz Filho, oftalmopediatra, para o Programa Ver Mais da Ric Tv Record.
Saiba mais sobre Oftalmopediatria e Estrabismo na reportagem da Dra. Sophia Zanatta.
OFTALMOPEDIATRIA E ESTRABISMO Ajude seu filho a ver um mundo melhor! A visão normal se desenvolve durante os primeiros anos de vida, assim como os possíveis problemas provenientes. Por isso, os cuidados com os olhos de uma criança já começam desde o nascimento. Qualquer alteração durante essa fase que não tenha sido corrigida pode acarretar prejuízos para o resto da vida. O teste do olhinho é um dos primeiros exames feitos no bebê logo depois que ele nasce, e deve ser realizado ainda no berçário pelo médico pediatra. Esse teste auxilia significativamente na detecção de doenças graves como catarata, glaucoma, anormalidades da córnea, tumores ou doenças da retina. Contanto, vale lembrar que é um teste de TRIAGEM, e não substitui a primeira consulta ao oftalmologista. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) orienta sobre quando levar seu filho ao Oftalmologista: Teste do olhinho: na maternidade. De 0 a 2 anos: um exame oftalmológico completo (com dilatação de pupilas) deverá ser realizado a cada 6 meses. Após os 2 anos: um exame oftalmológico completo anual. A ERA DIGITAL E A VISÃO DAS CRIANÇAS: MIOPIA Hoje em dia é cada vez mais comum presenciarmos crianças manuseando celulares e tablets. O que muitos pais não sabem é que essa prática pode estar causando danos à saúde ocular da criança. O problema mais frequente é a miopia, que é a dificuldade para ver de longe. Deve-se limitar o tempo das crianças em frente a tais aparelhos e usá-los como aliados com as ferramentas educativas, o recado é não exagerar! ESTRABISMO É o desalinhamento ocular. Os tipos mais comuns são a esotropia (olhos desviados em direção ao nariz) e exotropia (olhos desviados para fora). Pode estar presente em qualquer fase da infância e em adultos, como resultado de diabetes, doenças neurológicas ou traumatismos na cabeça. Quando surge no adulto, ou na criança maior o primeiro sintoma do paciente é a visão dupla (diplopia). Já nos estrabismos adquiridos mais cedo, não há esse sintoma, pois a imagem no olho desviado é anulada ou suprimida. Dessa forma, a área cerebral responsável por enxergarmos não se desenvolve no olho estrábico e se não for tratado a tempo, pode levar à perda definitiva da visão, a ambliopia ou “olho preguiçoso”. Nesses casos, o uso do tampão também se faz necessário. Estrabismo também pode ser causado por grau alto de hipermetropia, nesses casos, o tratamento são óculos e chama –se de esotropia acomodativa. Algumas vezes ainda, o estrabismo não é verdadeiro, e sim apenas um “pseudoestrabismo”, que é uma condição em que os olhos aparentam estar desalinhados, mas não estão. É causado pela aparência facial da criança, tendo relação com a prega nasal e com as dobras de pele das pálpebras, que acabam cobrindo a esclera (parte branca do olho) na área mais próxima ao nariz, o que causa a sensação de desvio. E qual a hora certa de operar o Estrabismo? O momento mais adequado irá depender do tipo de estrabismo que o paciente apresenta. A cirurgia pode ser realizada em qualquer idade, sendo que no adulto a correção do desvio ocular vai muito além da estética. O alinhamento dos olhos melhora a autoestima, o convívio social e o desempenho no trabalho. Dra. Sophia Vicenzzi Zanatta ValentiniCRM-SC 24352/RQE 14918Médica OftalmologistaOftalmopediatriaEstrabismo adulto e infantil
ATENTE-SE AOS SINTOMAS E SINAIS DE DIFICULDADE VISUAL NESTA VOLTA ÀS AULAS
Os profissionais que trabalham nas escolas juntamente com os pais, precisam identificar as crianças com dificuldade de visão e encaminhar os pequenos aos cuidados do médico oftalmologista. Conheça os principais sinais e sintomas que podem alertar alterações da visão: Lacrimejamento excessivo; Coçar os olhos; Piscamento excessivo; Dores de cabeça ou cefaleia; Enjoo; Borramento visual; Queixa de dificuldade para visualizar a lousa; Criança apática durante a aula; Hiperatividade: A presença de qualquer um desses sintomas pode indicar que a criança precisa verificar a sua acuidade visual (medir a visão) e deve ser encaminhada aos cuidados do médico oftalmologista que vai verificar se existe a necessidade de prescrever óculos ou não. Mais informações: http://www.cbo.net.br/novo/publico-geral/atente-se-aos-sintomas-e-sinais-de-dificuldade-visual-nesta-volta-as-aulas.php