Síndrome do Olho Seco. Confira os cuidados que você deve ter com os seus olhos

Em algum momento, quase todo mundo experimenta aquela sensação desagradável quando os olhos ficam muito secos: olho vermelho, lacrimejamento, desconforto e sensibilidade à luz. Mas para algumas pessoas, o olho seco é mais do que um aborrecimento temporário: é um problema contínuo, que exige gerenciamento constante. A síndrome do olho seco é um distúrbio muito comum. Acontece quando seus olhos não produzem lágrimas suficientes ou com qualidade satisfatória; e as lágrimas são vitais para manter os olhos saudáveis e confortáveis. Embora qualquer pessoa possa ter a síndrome do olho seco, ela é mais comum entre as mulheres, principalmente após a menopausa. A relação entre o olho seco e o seu ambiente: O local de residência e de trabalho pode influenciar o desenvolvimento de olhos secos. Por exemplo, pessoas que moram em cidades com altos níveis de poluição do ar podem ter maior probabilidade de sofrerem sintomas de olho seco do que aquelas em áreas com menores índices de poluição. Os oftalmologistas recomendam que os pacientes com olho seco que vivem em cidades com altos índices de poluição atmosférica usem filtro de ar e que em locais com climas muito secos, usem um umidificador em casa para adicionar umidade ao ar. Outras maneiras para minimizar o impacto do ambiente nos sintomas do olho seco: • Proteger os olhos em locais de ventania: o uso de óculos de sol com proteção contra vento, reduz a chance de o vento soprar diretamente nos olhos e secá-los. Ventiladores e secadores de cabelo podem deixar os olhos secos, portanto a exposição a eles deve ser limitada. • Evitar fumaça de cigarro: fumar pode aumentar o risco de desenvolver olho seco. A fumaça do cigarro também pode irritar os olhos já secos. • Descansar os olhos e piscar com frequência: trabalhar com computador, ler ou assistir televisão, pode secar os olhos. Isso ocorre devido a redução da frequência da piscada. Fazer pausas a cada 10 minutos, descansar os olhos e tentar piscar com mais frequência, pode ajudar os olhos a recuperar um pouco da umidade que perderam. • Usar lágrimas artificiais: colírios lubrificantes podem ser comprados sem receita médica, e usados sempre que for necessário. • Usar suplementos de ômega-3 pode ajudar: algumas pessoas encontram alívio dos sintomas de olho seco, suplementando sua dieta com ácidos graxos ômega-3, encontrados naturalmente em alimentos como peixes oleosos (salmão, sardinha, anchova) e sementes de linhaça. • Cuidar das pálpebras pode ajudar a melhorar a qualidade das lágrimas: compressas quentes nos olhos podem ajudar a liberar óleo nas glândulas das pálpebras, ajudando a melhorar a qualidade das lágrimas. Além disso, é importante lavar as pálpebras cuidadosamente com um pano limpo, sabão e água morna, enxaguando bem os olhos depois. Fonte: CBO_Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Publicação: 21.07.2021
Saiba Mais sobre o Glaucoma

A oftalmologista, Dra. Elise Vivan Taniguchi Müller participou esta semana do Programa Ver Mais da Ric Record e abordou sobre o Tema. Confira a entrevista completa.
Riscos e cuidados com o uso das lentes de contato, confira na entrevista do Dr. Fernando César Ludwig, para o Programa Ver Mais da Ric Tv Record.
Saiba mais sobre os riscos e cuidados com o uso das lentes de contato, na entrevista do Dr. Fernando César Ludwig, para o Programa Ver Mais da Ric Tv Record.
Saiba mais sobre Cirurgia Refrativa a Laser na entrevista do Dr. Vilmar Müller para o Programa Eu e Você!
Confira a entrevista do Dr. Vilmar Müller sobre Cirurgia Refrativa a Laser e os 20 anos do HOB, no Programa Eu e Você com Nelly Passold da Tv Galega.
Saiba mais sobre conjuntivite e os cuidados para prevenir a doença!
Na entrevista para o programa Balanço Geral, o Dr. Correa explica sobre o surto de conjuntivite em Blumenau e como se prevenir a doença nesses casos.
Saiba mais sobre Oftalmopediatria e Estrabismo na reportagem da Dra. Sophia Zanatta.
OFTALMOPEDIATRIA E ESTRABISMO Ajude seu filho a ver um mundo melhor! A visão normal se desenvolve durante os primeiros anos de vida, assim como os possíveis problemas provenientes. Por isso, os cuidados com os olhos de uma criança já começam desde o nascimento. Qualquer alteração durante essa fase que não tenha sido corrigida pode acarretar prejuízos para o resto da vida. O teste do olhinho é um dos primeiros exames feitos no bebê logo depois que ele nasce, e deve ser realizado ainda no berçário pelo médico pediatra. Esse teste auxilia significativamente na detecção de doenças graves como catarata, glaucoma, anormalidades da córnea, tumores ou doenças da retina. Contanto, vale lembrar que é um teste de TRIAGEM, e não substitui a primeira consulta ao oftalmologista. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) orienta sobre quando levar seu filho ao Oftalmologista: Teste do olhinho: na maternidade. De 0 a 2 anos: um exame oftalmológico completo (com dilatação de pupilas) deverá ser realizado a cada 6 meses. Após os 2 anos: um exame oftalmológico completo anual. A ERA DIGITAL E A VISÃO DAS CRIANÇAS: MIOPIA Hoje em dia é cada vez mais comum presenciarmos crianças manuseando celulares e tablets. O que muitos pais não sabem é que essa prática pode estar causando danos à saúde ocular da criança. O problema mais frequente é a miopia, que é a dificuldade para ver de longe. Deve-se limitar o tempo das crianças em frente a tais aparelhos e usá-los como aliados com as ferramentas educativas, o recado é não exagerar! ESTRABISMO É o desalinhamento ocular. Os tipos mais comuns são a esotropia (olhos desviados em direção ao nariz) e exotropia (olhos desviados para fora). Pode estar presente em qualquer fase da infância e em adultos, como resultado de diabetes, doenças neurológicas ou traumatismos na cabeça. Quando surge no adulto, ou na criança maior o primeiro sintoma do paciente é a visão dupla (diplopia). Já nos estrabismos adquiridos mais cedo, não há esse sintoma, pois a imagem no olho desviado é anulada ou suprimida. Dessa forma, a área cerebral responsável por enxergarmos não se desenvolve no olho estrábico e se não for tratado a tempo, pode levar à perda definitiva da visão, a ambliopia ou “olho preguiçoso”. Nesses casos, o uso do tampão também se faz necessário. Estrabismo também pode ser causado por grau alto de hipermetropia, nesses casos, o tratamento são óculos e chama –se de esotropia acomodativa. Algumas vezes ainda, o estrabismo não é verdadeiro, e sim apenas um “pseudoestrabismo”, que é uma condição em que os olhos aparentam estar desalinhados, mas não estão. É causado pela aparência facial da criança, tendo relação com a prega nasal e com as dobras de pele das pálpebras, que acabam cobrindo a esclera (parte branca do olho) na área mais próxima ao nariz, o que causa a sensação de desvio. E qual a hora certa de operar o Estrabismo? O momento mais adequado irá depender do tipo de estrabismo que o paciente apresenta. A cirurgia pode ser realizada em qualquer idade, sendo que no adulto a correção do desvio ocular vai muito além da estética. O alinhamento dos olhos melhora a autoestima, o convívio social e o desempenho no trabalho. Dra. Sophia Vicenzzi Zanatta ValentiniCRM-SC 24352/RQE 14918Médica OftalmologistaOftalmopediatriaEstrabismo adulto e infantil
Saiba mais sobre o Glaucoma na entrevista da Dra. Elise Taniguchi para o programa Ver Mais!
Dia 26 de Maio é o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. Saiba mais sobre a doença, cuidados, prevenção e sintomas, na entrevista completa da Dra. Elise Taniguchi para o Programa Ver Mais!
Confira a entrevista do Dr. Rodrigo Müller sobre os cuidados com a visão no inverno, Síndrome do Olho Seco e Conjuntivite na entrevista para o Programa Ver Mais!
Saiba mais sobre os cuidados com a visão no inverno, Síndrome do Olho Seco e Conjuntivite na entrevista completa do Dr. Rodrigo Müller para o Programa Ver Mais!
Livre-se dos óculos! Saiba mais sobre Cirurgia Refrativa – PRK e LASIK na reportagem do Dr. Vilmar Müller.
A cirurgia refrativa é um procedimento que possibilita a correção visual de erros refrativos, especificamente miopia, hipermetropia e astigmatismo, através da aplicação de laser. O laser utilizado para esse procedimento é o Excimer Laser, que praticamente não gera calor. A cirurgia a laser já tornou realidade o sonho de milhões de pessoas em voltar a realizar atividades cotidianas como dirigir, assistir televisão e ler sem o uso de lentes corretivas, mesmo quando a acuidade visual de 20/20 e o grau zero de miopia não forem alcançados. O oftalmologista recomendará a técnica mais adequada para cada paciente, de acordo com o erro refrativo e das características de cada um. PRK (Ceratectomia Fotorrefrativa) Essa técnica foi desenvolvida para a correção visual a laser e prepara a córnea para receber a aplicação do mesmo. Consiste em raspar o epitélio da córnea e aplicar o laser em uma camada chamada Membrana de Browman e posteriormente em outra camada chamada estroma. O oftalmologista anestesia a córnea do paciente com colírio e remove uma pequena parte da superfície com um dispositivo específico. O Excimer laser remodela a forma da córnea atuando sobre sua superfície por menos de 1 minuto. O cirurgião poderá colocar então, uma lente de contato para proteger a área tratada, evitar infecção e reduzir o desconforto durante a cicatrização. A lente é removida dentro de cinco a seis dias após a cirurgia. A visão melhora gradativamente já nas duas primeiras semanas e poderá alcançar o resultado definitivo entre quatro e oito semanas. Durante este período o médico poderá prescrever o uso de colírios. LASIK (Laser in Situ Keratomileusis) Consiste em fazer um flap (tampinha) na córnea e aplicar o laser em uma camada da córnea chamada estroma. Essa técnica pode ser utilizada para corrigir tanto altos quanto baixos graus de miopia e moderados de astigmatismo e hipermetropia. Nesse procedimento, gotas de colírio anestésico são pingadas no olho e as pálpebras são imobilizadas por um dispositivo para evitar que a pessoa pisque durante a ação do laser. Um aparelho chamado Microcerátomo corta uma fina camada da córnea. Na miopia, a luz do laser esculpe e molda uma das camadas internas da córnea, tornando-a mais plana. Para a hipermetropia o laser atua mais na periferia da córnea, deixando-a mais curva. Já no astigmatismo, o laser remove mais tecido de uma direção do que da outra, tornando a córnea mais esférica. O flap é recolocado na posição inicial, sem a necessidade de pontos. Não é necessária a internação, pois a maioria dos pacientes volta a enxergar o suficiente para retomar algumas de suas atividades alguns dias depois e recupera a visão funcional em poucos dias. Alguns pacientes sentem um leve desconforto no olho operado, o qual deverá desaparecer dentro de seis a vinte e quatro horas e poderá ser aliviado com analgésico. Um pouco mais sobre a Cirurgia Refrativa Esta cirurgia aplica-se à maioria das pessoas, desde que elas tenham pelo menos 21 anos, córneas saudáveis e que satisfaçam alguns critérios como, por exemplo, a estabilidade do grau nos últimos dois anos. É importante que o paciente se submeta à cirurgia bem informado, passando anteriormente por uma consulta de avaliação em que o oftalmologista decidirá se a cirurgia a laser é indicada, além de explicar sobre os benefícios e os riscos do procedimento. Ao analisar as razões pelas quais o paciente deseja não usar lentes corretivas (óculos ou lentes de contato), o médico o ajudará a decidir se suas expectativas poderão ser alcançadas. Dr. Vilmar MüllerCRM-SC 2896/RQE 1337Médico OftalmologistaDiretor TécnicoCirurgião Refrativo
Retina: novos tratamentos melhoram a visão em doenças graves
Pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), Retinopatia Diabética e Doenças Vasculares da Retina (entre elas trombose da veia central / ramo de veia da retina) enfrentam grandes dificuldades no que diz respeito a tratamentos efetivos.