Estou com os olhos ardendo. Será que é grave?

Estou com os olhos ardendo. Será que é grave

Você sente seus olhos ardendo? Existem inúmeras possíveis causas para a ardência nos olhos, que vão desde situações bem simples, até casos mais complexos. Os olhos ardem quando há qualquer tipo de irritação, sensibilidade, dor ou incômodo, e pode ocorrer em qualquer etapa da vida. Nossos olhos são um dos órgãos mais sensíveis do corpo, e estão sujeitos a lesões e incômodos frequentes, por conta da exposição e da grande quantidade de terminações nervosas. Apesar dos mecanismos de proteção, como os cílios, pálpebras e a conjuntiva (uma fina camada que envolve a parte mais externa), os olhos podem sofrer com problemas que os deixam ardendo. Neste artigo, vamos enumerar algumas possíveis causas para os olhos ardendo, bem como seus tratamentos. Lembre-se de sempre consultar um oftalmologista caso note algum sinal anormal em seus olhos. Por que estou com os olhos ardendo? Como mencionado anteriormente, existem diversas possíveis causas para os olhos ardendo. Vamos enumerar algumas delas: Blefarite Alergias; Síndrome do Olho Seco; Rinite alérgica; Olhos ressecados; Miopia e presbiopia; Conjuntivite; Falta de lubrificação nos olhos; Infecção bacteriana; Defasagem de vitamina A no organismo. Além destas condições, fatores externos também podem te deixar com os olhos ardendo. Algumas possibilidades são a exposição a irritantes químicos, como maquiagem ou cloro de piscina, fumaça, ar seco e/ou quente e ambientes com muito ar condicionado. A ardência nos olhos pode ser um sintoma de qualquer uma das condições citadas acima, por isso a importância de uma consulta com um oftalmologista, caso o sintoma persista. Como tratar os olhos ardendo? A ardência nos olhos geralmente tem tratamento, que varia de acordo com a condição que o paciente apresenta. Para descobrir a causa exata, o ideal é procurar um oftalmologista. Na maioria dos casos, o médico vai recomendar colírios específicos e pomadas. Apenas um profissional capacitado poderá dizer se o problema é causado por um fator externo ou por alguma doença. Doenças relacionadas aos olhos ardendo Como já mencionamos, a ardência nos olhos pode ser causada por algumas doenças. Agora, vamos abordá-las com mais detalhes. Blefarite A blefarite é uma inflamação comum nas pálpebras. Ela ocorre quando as glândulas de óleo localizadas perto da base dos cílios funcionam inadequadamente, levando à irritação e vermelhidão das pálpebras. Ela pode acontecer na parte externa, onde estão os cílios, ou na parte interna, em contato com o globo ocular. Trata-se de uma condição crônica, que tem os olhos ardendo como um de seus sintomas. Não há cura, mas pode ser tratada. Pode ser causada por condições dermatológicas, como rosácea e dermatite seborreica, bem como infecções bacterianas ou problemas nas glândulas. Síndrome do Olho Seco Olhos saudáveis estão sempre cobertos por um fluido, chamado filme lacrimal. Ele evita que os olhos ressequem, e permite uma visão mais clara. Porém, se as glândulas lacrimais produzirem menos lágrimas que o necessário, o filme lacrimal pode se tornar instável, dando origem à Síndrome do Olho Seco. Os olhos ardendo são um dos sintomas da doença, que também incluem dificuldade de leitura após ficar muito tempo sem piscar ou em frente a telas, e sensação de ter areia nos olhos. Miopia e presbiopia Defeitos de visão, como miopia e presbiopia, fazem com que você force os olhos para enxergar. Isso pode gerar ardência. A miopia é a dificuldade para enxergar nitidamente objetos que estão longe, enquanto a presbiopia, ou vista cansada, é a dificuldade de focar a visão em objetos próximos – geralmente após os 40 anos. Tais condições são tratadas com o uso de óculos ou lentes de contato. Existe também a possibilidade de cirurgia corretiva para miopia, caso as condições anatômicas do paciente permitam a operação. Conjuntivite É uma condição na qual a membrana transparente do olho, chamada conjuntiva, infecciona ou inflama. A conjuntiva cobre a parte branca dos olhos, e quando está clara, é sinal de que está saudável. Quando inflama, os vasos sanguíneos dilatam, deixando os olhos com aparência avermelhada. A conjuntivite deixa os olhos ardendo e lacrimejando, e pode ser causada por vírus, bactérias e alérgenos. O tratamento depende da causa. Portanto, em caso de conjuntivite, procure um oftalmologista. Além das doenças citadas aqui, outras condições também podem deixar os olhos ardendo. Por isso, é importante observar como e quando o problema começou, para conseguir repassar essas informações ao médico com maior precisão. Somente um profissional será capaz de determinar o que deixou seus olhos ardendo e proporcionar o tratamento adequado. Caso sinta ardência nos olhos, procure um oftalmologista de sua confiança.

O que é uveíte? Conheça causas e sintomas da doença

O que é uveíte

A uveíte é uma inflamação intraocular (portanto, por dentro do olho), que pode ser potencialmente grave e pode levar a perdas visuais que podem ou não ser irreversíveis. Precisa de um diagnóstico médico rápido para diminuir as chances de complicações mais sérias. Neste artigo, vamos explicar um pouco mais sobre a uveíte: o que é, causas, sintomas, diagnóstico e tratamento. O que é uveíte? A uveíte é qualquer tipo de inflamação que acomete o trato uveal, uma região composta por íris, corpo ciliar e coroide (formado basicamente por vasos sanguíneos).  Pode atingir totalmente o trato uveal (Panuveíte) ou apenas uma das partes (sendo classificada então como anterior, intermediária ou posterior). Em alguns casos, a inflamação pode atingir também a retina e o nervo óptico. Ela pode ocorrer nos dois olhos ou em apenas um. O que causa a uveíte? Há cerca de 75 tipos de doenças diferentes que podem estar associadas à uveíte. Em grande parte dos casos, não se sabe a causa exata, e quando é possível determiná-la, nem sempre o diagnóstico será imediato. Muitas vezes pode ser necessário acompanhamento cuidadoso com múltiplas reavaliações, porque a doença pode se apresentar de diversas formas, fazendo com que o diagnóstico nem sempre seja evidente num primeiro momento.  As uveítes podem estar relacionadas às seguintes doenças: Corpos estranhos e traumas oculares; Infecção por vírus, fungos ou bactérias; Leucemias e linfomas; Doenças reumatológicas, como artrite reumatoide e lúpus eritrematoso; Doenças sistêmicas, como toxoplasmose, herpes simples, sífilis e tuberculose. Caso apresente os sintomas, procure um especialista. Sintomas da doença A uveíte pode se apresentar com os seguintes sintomas: Dor nos olhos; Fotofobia (sensibilidade à luz); Visão turva e/ou embaçada; Hiperemia (olho vermelho); Enxergar pequenos pontos escuros que se movimentam (moscas volantes). Vale ressaltar que esses sintomas não se aplicam apenas à uveíte. Portanto, a avaliação de um médico especialista é necessária de modo a determinar a causa dos sintomas. Diagnóstico e tratamento O tratamento depende do diagnóstico. Se for uma causa infecciosa, o tratamento é diretamente associado ao patógeno associado. Mas o uso de antibióticos pode não ser suficiente para controle da atividade inflamatória, de modo que uso de corticoides ou anti-inflamatórios podem estar indicados. Uveítes são frequentemente confundidas com outras doenças (principalmente, mas não apenas, doenças que deixam os olhos vermelhos), como conjuntivite. O diagnóstico incorreto e a demora para iniciar o tratamento adequado aumentam bastante as chances de que ocorram perdas visuais. O tratamento pode ser feito com colírios, medicamentos orais e/ou endovenosos. Em alguns casos, devido à gravidade da inflamação, realiza-se tratamento em regime hospitalar com a internação do paciente e administração de medicamentos. Tudo isso varia para cada paciente. Um oftalmologista deve avaliar o quadro do paciente para definir qual o tratamento mais eficaz para a situação. Dependendo da doença que causou a uveíte, pode ser necessário o tratamento com outro médico, especialista na doença base. As uveítes podem aparecer em qualquer idade e igualmente em ambos os sexos. A uveíte tem cura? Determinados tipos de uveítes, como as infecciosas e/ou traumáticas, quando a causa primária da inflamação é resolvida, o processo inflamatório tende a cessar e não ocorrer mais. No entanto, vários fatores estão relacionados ao reaparecimento da doença – se há ou não presença de doenças sistêmicas associadas, por exemplo. A uveíte pode ser a manifestação inicial de muitas dessas doenças. Em outras palavras, o diagnóstico precoce da uveíte melhora o prognóstico de um paciente. Quanto mais cedo a doença for identificada, mais chances o paciente terá de se curar completamente, embora nunca haja qualquer tipo de garantia. A uveíte é uma doença perigosa, mas o tratamento adequado pode restaurar a vida normal de um paciente. Lembrando que é importante que o paciente não se automedique, porque o medicamento errado pode piorar o quadro. Além disso, é essencial fazer todos os exames pedidos por seu médico, de forma a determinar a causa da doença, e assim conseguir realizar o tratamento adequado. Caso a enfermidade não esteja controlada, evite o uso de lentes de contato.  O diagnóstico precoce é importante para preservar a visão em sua totalidade. Caso note os sintomas, procure um médico o quanto antes.

Dr. Luiz Paulo aborda sobre conjuntivite, alergias oculares e até os cuidados que devemos ter com produtos de limpeza. Confira!

Dr. Luiz Paulo da Veiga Monteiro Lazaro Jr.  participou de entrevista na Rádio Pomerode e falou sobre cuidados que devemos ter com os olhos na estação mais quente do ano, destaque para a conjuntivite, alergias oculares e até os cuidados que devemos ter com produtos de limpeza. “Produtos químicos utilizados em limpeza tem que tomar muito cuidado, não só pelo contato direto, mas, também pelo vapor que sobe para os olhos e pode causar queimaduras”, alerta Dr. Luiz Paulo. Confira a entrevista completa. Dr. Luiz Paulo se dedica as áreas Neuroftalmologia, Visão Subnormal, Pterígio e Oftalmologia Clínica. O Hospital de Olhos de Blumenau localiza-se na Rua 7 de Setembro, 1300 e também conta com unidades em Pomerode (Rua Frederico Weege, 150 – Centro, bem ao lado da Polícia Militar) e em Gaspar (Rua São José, 253 – Sala 212, no Atitude Centro Empresarial). ⠀ Agendamentos pelo WhatsApp (47) 3322.5000.⠀ Publicação: 15.12.2022

Algumas das doenças mais comuns no inverno são a alergia ocular e a conjuntivite. Confira a entrevista completa!

Dr. Cristiano Coelho Ludvig participou de entrevista na Rádio Pomerode e falou sobre a saúde ocular. O Dia da Saúde Ocular (14.07) tem a intenção de alertar a população e os profissionais de saúde para a importância da prevenção e do diagnóstico de doenças oculares que, se não tratadas, podem levar à perda da visão. “O mais seguro para a saúde do paciente é a prevenção”, comenta Dr. Cristiano. E ainda destaca na “que algumas das doenças mais comuns no inverno são a alergia ocular e a conjuntivite”. Confira a entrevista completa. Dr. Cristiano  se dedica as áreas de Oftalmologia Clínica e Uveíte.⠀⠀O Hospital de Olhos de Blumenau localiza-se na Rua 7 de Setembro, 1300 e também conta com unidades em Pomerode (Rua Frederico Weege, 150 – Centro, bem ao lado da Polícia Militar) e em Gaspar (Rua São José, 253 – Centro Empresarial Atitude – Sala 212). ⠀ Cuide da saúde dos seus olhos! Agendamentos pelo WhatsApp (47) 3322.5000. Publicação: 28.07.2022.

Para ter uma visão saudável é importante cultivar alguns hábitos para que os olhos se mantenham com saúde. Confira!

14/7 – Dia da Saúde Ocular Para ter uma visão saudável é importante cultivar alguns hábitos para que os olhos – órgãos tão sensíveis e que estão sempre expostos ao contato natural, físico ou cosmético, se mantenham com saúde. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 50 milhões de brasileiros sofrem algum tipo de distúrbio da visão. Deste número, 60% dos casos são de cegueira e deficiência visual. Porém, se fossem tratados com antecedência, poderiam ter sido evitados. O Dia da Saúde Ocular tem a intenção de alertar a população e os profissionais de saúde para a importância da prevenção e do diagnóstico de doenças oculares que, se não tratadas, podem levar à perda da visão. Principais doenças oculares: – conjuntivite aguda bacteriana: é reconhecida pela vermelhidão, secreção aquosa, mucosa ou purulenta. Recomendações: fazer lavagens e limpeza local freqüentes com soro fisiológico ou água filtrada fervida. Se não houver melhora em dois ou três dias, procurar um oftalmologista;– conjuntivite aguda viral: é reconhecida pela vermelhidão, lacrimejamento e pouca ou nenhuma secreção; às vezes pode ocorrer hemorragia. Se não houver melhora em uma a três semanas, deve-se procurar um oftalmologista;– tracoma: é uma conjuntivite crônica, reconhecida por vermelhidão ocular, que pode levar à cegueira. Deve ser tratada por oftalmologista;– catarata: é a opacificação do olho (cristalino). É reconhecida pela alteração de cor da pupila, que pode variar entre o cinza e o branco. Acarreta a perda gradativa da acuidade visual, porém sem dor. Deve ser tratada por meio de cirurgia pelo médico oftalmologista;– glaucoma: é o aumento da pressão intra-ocular. Deve ser diagnosticada e tratada pelo oftalmologista. Dicas de proteção para os olhos: – evitar coçar os olhos;– cuidados com a maquiagem: remover os produtos de beleza dos olhos antes de dormir; não usar produtos fora do prazo de validade; não usar produtos de outra pessoa; usar produtos antialérgicos e sem conservantes;– verificar regularmente o nível de glicose no sangue para evitar problemas oculares provocados pela diabetes;– ao menos uma vez por dia, higienizar a área em volta dos olhos, como pálpebras, cílios e cantos, para remover impurezas e secreções secas evita coceira, irritação ou até conjuntivite;– piscar com mais frequência e fazendo pausas repetidas lubrifica as córneas, evita o ressecamento dos olhos, descansa a vista e auxilia no combate à chamada síndrome da visão de computador;– usar protetor ocular sempre que houver risco de algo atingir seus olhos;– lavar os olhos com bastante água limpa se neles cair qualquer substância;– usar óculos ou lentes de contato apenas quando prescritos por médico oftalmologista;– antes de colocar ou ao tirar as lentes de contato, lavar bem as mãos e higienizar as lentes com produtos indicados pelo fabricante. O estojo onde as lentes são guardadas também deve estar sempre limpo;– uilizar óculos escuros em ambientes com claridade excessiva;– consumir mais peixe: o alimento é rico em ômega 3 e contém vitaminas A, B,D e E, essenciais para a saúde;– não fumar, praticar exercícios físicos, manter o peso adequado e uma boa alimentação, são atitudes saudáveis inclusive para os olhos;– visitar regularmente o médico oftalmologista para fazer exames preventivos! Fontes: Conselho Brasileiro de OftalmologiaMinistério da Saúde e Confederação Nacional dos Transportes. Saúde ocular (folder impresso).Ministério da Saúde. Informações básicas para a promoção da saúde ocular (folheto impresso). Publicação: 14.07.2022

A blefarite ocorre devido ao excesso de oleosidade presente nas pálpebras. Confira!

Você já ouviu falar em blefarite? O problema é bastante comum e frequentemente confundido com outra doença ocular: a conjuntivite. E não é para menos, afinal, os sintomas são bastante semelhantes. Ocorre que essa confusão pode atrasar a busca por ajuda especializada, retardando  diagnóstico correto. Como consequência, pode haver sérias complicações relacionadas à visão. A blefarite ocorre devido ao excesso de oleosidade presente nas pálpebras. Essa alteração pode ser causada por diversos fatores, como infecções, dermatite seborreica e alterações hormonais, por exemplo. Já a conjuntivite é caracterizada pela inflamação da conjuntiva, mucosa que reveste a região posterior da pálpebra e pode ocorrer por causas bacterianas, virais e alérgicas. Alguns sintomas são comuns a ambas as doenças, como vermelhidão, coceira e lacrimejamento, mas, na blefarite, podem ocorrer outros incômodos, especialmente em casos mais graves, como inchaço da pálpebra, quedas dos cílios, formação de crostas, abscessos e úlceras superficiais. Entre as possíveis complicações, é possível destacar o olho seco. A qualidade da visão também é afetada e pode ser agravada quando o paciente desenvolve também a disfunção lacrimal. Em caso de cirurgias oculares, a blefarite pode aumentar o risco de infecções. Não há cura, mas existem tratamentos eficazes. A conjuntivite, por sua vez, dura de 7 a 15 dias, em média. No caso da blefarite, existem medidas que podem promover o alívio dos sintomas, como lágrimas artificiais, pomadas e compressas. Além disso, é importante manter a região sempre limpa. No mais, é importante identificar e tratar a causa do problema, a fim de prevenir repetições. Em casos mais graves, antibióticos e anti-inflamatórios podem auxiliar o tratamento. Para a conjuntivite, o tratamento varia de acordo com o tipo, mas, assim como na blefarite, limpeza adequada e compressas frias podem ajudar a aliviar os sintomas. Medicamentos orais e colírios só podem ser usados sob prescrição médica. Lembre-se: não busque tratamentos por conta própria, pois a automedicação pode causar sérias complicações.   No dia a dia, higienize os olhos, cuide da alimentação, evite coçar e o contato com agentes que podem favorecer o desenvolvimento de inflamações, como fumaça e maquiagens fora do prazo de validade. Na presença de sintomas, consulte seu oftalmologista! Agende uma consulta através do WhatsApp (47) 3322.5000. Fonte: CBO Revista Veja Bem Publicação: 21.06.2022

Dr. Rodrigo Müller fala sobre a saúde ocular durante o verão. Confira!

Acompanhe a entrevista do Dr. Rodrigo T. Müller, médico oftalmologista do Hospital de Olhos de Blumenau. Dr. Rodrigo dedica-se as áreas de Córnea, Transplante de Córnea, Ceratocone, Crosslinking, Anel Intraestromal, Pterígio, Cirurgia Refrativa, Catarata e Oftalmologia Clínica. Dr. Rodrigo participou do quadro Medicina e Saúde, na Rádio CBN Vale do Itajaí e falou sobre a saúde ocular durante os meses de verão. A conjuntivite que é uma irritação ou inflamação da conjuntiva, tecido que reveste a parte branca do olho e a parte interna das pálpebras internas é uma das doenças de maior incidência nos dias quentes. Acompanhe e fique de olho na sua saúde ocular. Publicação: 22.02.2021